Ju dos Tigrados — Deputada Federal 4300, Distrito Federal
Protetora independente, pedagoga e moradora de Brasília há mais de 30 anos. Uma candidatura construída a partir da experiência de quem conhece de perto a realidade dos animais, dos protetores independentes e das famílias do Distrito Federal.


Sobre a candidata
Juliana Fernandes, conhecida como Ju dos Tigrados, é pedagoga, trabalha há cerca de 20 anos na área escolar e atua há anos como protetora independente de animais no Distrito Federal.
Sua trajetória na proteção animal começou muito antes da política, com resgates, tratamentos, adoções responsáveis e apoio a outros protetores. Também é idealizadora do projeto Miados e Ronronados e ficou conhecida pela mobilização Justiça pelos Tigrados, após denunciar um grave caso de maus-tratos envolvendo gatos adotados de protetoras de Brasília.
A experiência na linha de frente mostrou à Ju que apenas resgatar não é suficiente. Muitos dos problemas enfrentados diariamente pelos protetores existem por falta de prevenção, estrutura, fiscalização, atendimento veterinário público e políticas permanentes de proteção animal.
Foi dessa realidade que nasceu sua candidatura a deputada federal: levar para o Congresso a experiência de quem conhece o problema de perto e trabalhar para transformar proteção animal em política pública.
Por que “Ju dos Tigrados”?
O nome nasceu de uma história que marcou profundamente sua trajetória. Ju foi responsável por denunciar o caso que ficou conhecido como Justiça pelos Tigrados, envolvendo gatos adotados de diferentes protetoras e vítimas de maus-tratos.
Entre eles estava Pietra, uma gatinha que havia sido entregue pela própria Ju para adoção.
O caso mostrou, de forma dolorosa, as falhas que ainda existem na prevenção, fiscalização e responsabilização por crimes contra animais. Foi também um dos acontecimentos que fizeram Ju entender que sua atuação precisava ultrapassar os resgates individuais e chegar à construção das leis e das políticas públicas.
“Durante anos, eu estive do lado de fora cobrando respostas. Agora quero levar essa experiência para dentro do Congresso Nacional. A proteção animal precisa deixar de depender apenas da boa vontade e dos recursos de protetores independentes. Precisamos de planejamento, orçamento, fiscalização, prevenção e políticas públicas permanentes.”
Compromissos
Proteção animal como política pública permanente.
Castração acessível, permanente e sem burocracia
Defender políticas permanentes de controle populacional de cães e gatos, com ampliação do acesso à castração gratuita, descentralizada e simplificada, especialmente para famílias de baixa renda, animais comunitários e protetores independentes.
Educação e conscientização desde a infância
Incentivar programas de educação para guarda responsável, respeito aos animais, prevenção ao abandono e bem-estar animal, inclusive dentro das escolas. A mudança também começa pela educação.
Tolerância zero aos maus-tratos
Fortalecer a legislação, a fiscalização e os mecanismos de responsabilização por maus-tratos, além de buscar maior integração entre órgãos públicos para que denúncias tenham investigação e resposta efetivas.
Apoio a quem resgata e protege
Criar instrumentos de apoio aos protetores independentes e organizações que assumem, muitas vezes com recursos próprios, responsabilidades que deveriam contar também com suporte do poder público.
Valorização dos médicos-veterinários
Defender melhores condições para o trabalho dos médicos-veterinários que atuam na saúde pública e na proteção animal, fortalecendo sua participação na construção e execução das políticas públicas.
Saúde e proteção animal como política pública
Buscar previsão orçamentária e estrutura permanente para políticas de proteção animal, incluindo atendimento veterinário público e mecanismos de emergência para animais abandonados, comunitários e em situação de vulnerabilidade.
Contato
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